12 de mar de 2010

Poema oitocentos e oitenta mil e setecentos e vinte e sete

Entre putas e evangélicas,
Urubus e aspirinas,
Entre a calmaria e a sóciopatia
O desejo e a sina
Nasce
Uma flor
Linda
Na linha
Do horizonte,
Daninha.
Nasce
E
Logo
Cicatriza
Desfazendo-se no vento
feito...
Brisa
Nasce e logo
É dividida
Até a morte,
Feito...
Vida.
Linda,
Provocante
Com espinhos que sangram
O teu...
Semblante.
Finda,
A rosa em seu
Momento
Com nuances que atravessam
Todo
o
Tempo.

3 comentários:

anjo negro disse...

Muito bom; adorei realmente!

anjo negro disse...

Gosto de escrever, mas vc é demais!
(olhoscastanhosamendoados.blogspot.com)

Vitor disse...

A idéia de ciclo e perenidade muito me agrada, já tentei exprimi-la de diversas formas. Este com certeza esta anos luz a minha frente.

Bom vê-lo de volta a boa forma!

Só não entendi o título: 880.727?

um abraço